Início/Características do Autismo/Diferenças no processamento sensorial
Autismo (TEA)

Diferenças no processamento sensorial

Processamento sensorial diferente é um dos aspectos mais impactantes e menos compreendidos do autismo. Além da hipersensibilidade (sentidos muito amplificados), muitas pessoas autistas também têm hiposensibilidade (sentidos menos responsivos) — frequentemente nos mesmos sentidos, e às vezes alternando entre os dois estados.

Hiposensibilidade pode resultar em busca de estímulos mais intensos: preferência por toque profundo em vez de leve, volumes altos, movimentos intensos, sabores muito fortes. Uma criança que parece não sentir dor pode estar apresentando hiposensibilidade tátil — o que tem implicações importantes para segurança.

Além dos cinco sentidos clássicos, o processamento de propriocepção (senso de posição do corpo) e vestibular (equilíbrio e movimento) frequentemente são afetados no autismo, contribuindo para dificuldades motoras, busca ou evitação de movimentos específicos, e dificuldade de perceber o próprio corpo no espaço.

Como o Mente Equilibrada ajuda

O diário do Mente Equilibrada permite mapear padrões de sobre e subsensibilidade ao longo do tempo, ajudando na identificação de ambientes e situações que funcionam melhor para cada pessoa.

Experimentar grátis — funciona no navegador

Perguntas frequentes

Terapia ocupacional ajuda com processamento sensorial?

Sim. A terapia de integração sensorial, conduzida por terapeuta ocupacional especializado, usa atividades sensoriais estruturadas para ajudar o sistema nervoso a processar estímulos de forma mais funcional.