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Autismo (TEA)

Autismo em meninas e mulheres

O autismo em meninas e mulheres é significativamente subdiagnosticado porque o perfil fenotípico frequentemente difere do masculino — que é a base dos critérios diagnósticos historicamente desenvolvidos principalmente a partir de estudos com meninos.

Meninas autistas frequentemente apresentam masking mais intenso e eficaz, special interests mais socialmente aceitos (animais, livros, atores/cantores), maior habilidade de imitar comportamento social observado, e um perfil de dificuldades que se manifesta mais internamente (ansiedade, depressão) do que externamente (comportamentos disruptivos).

O resultado é que meninas frequentemente recebem diagnósticos de ansiedade, depressão, transtorno de personalidade ou simplesmente são descritas como "tímidas" ou "sensíveis" por anos antes do diagnóstico correto de autismo — frequentemente só chegando ao diagnóstico na adolescência tardia ou vida adulta, após esgotamento pelo esforço de masking.

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Perguntas frequentes

Por que autismo em meninas é tão subdiagnosticado?

Os critérios diagnósticos foram desenvolvidos principalmente a partir de pesquisas com meninos. Meninas autistas frequentemente apresentam masking mais eficaz, special interests mais socialmente aceitos e dificuldades que se manifestam mais como ansiedade/depressão do que comportamentos disruptivos externos.